Repórter é chamada pela polícia para negociar com assaltantes - não somos pagos para isso!

Na sexta-feira passada, em Ribeirão Preto, três assaltantes, um deles armado, fizeram uma família refém durante à noite. Os assaltantes renderam o casal quando entrava na garagem, com o carro. Dentro da casa estavam as duas filhas, uma delas tomando banho, que também foram rendidas. A polícia chegou ao local para negociar e eis que surge mais uma situação inusitada, dessas que só mesmo em Ribeirão Preto.

Os bandidos disseram que iriam se entregar somente com a presença da imprensa, afirmou o major, que pediu para que uma repórter da TV Record entrasse na casa, com colete a prova de balas, acompanhada de outros policiais. A repórter afirmou que conversou com eles, pediu para se acalamarem e garantiu que iria acompanhá-los até a delegacia, pois o medo deles era de levar um cacete da polícia após se entregarem. Segundo a repórter, a negociação foi tranquila, apesar de os assaltantes estarem aparentemente nervosos.


De acordo com o major, a calma dos reféns e a rapidez com a qual a polícia foi chamada foram fundamentais para que o assalto terminasse sem nenhuma consequência grave. "Ninguém da família tentou reagir, isso manteve os assaltantes calmos também. A intenção deles não era de tirar a vida de ninguém", afirmou.

Vamos ao que me intriga:

- Como um policial deixa uma repórter entrar em uma casa onde uma família é feita refém para negociar com os bandidos? Pelo que eu saiba, quem é pago para isso (para negociar e correr este risco) é a polícia.

- Mesmo com o colete à prova de balas, se dá uma merda, um tiro pode atingir a cabeça da repórter, que não é a prova de balas.

- Os policiais teriam argumentado que permitiram à repórter entrar na casa porque só havia uma arma, que já havia sido deixada em cima da mesa por um deles, e que eles estavam calmos. A minha pergunta: quem garante que só havia um revólver ou que eles não podiam transformar qualquer objeto numa arma branca?

- Será que o caso Eloá já não foi uma excelente prova que aceitar negociar com bandido colocando em risco outras pessoas pode não ser uma boa ideia?

- A sorte - da polícia, da família e da repórter - é que tudo terminou bem. Se o fim não tivesse sido esse, de quem seria a culpa. Da polícia?

Broto Burger - hamburgão de lamber os beiços e engordar quilos numa sentada

Fui desvendar mais um lugar de lanches até então somente conhecido por mim pelas saladas, mas delas eu falo depois. Hoje é dia de comida gorda. Uma das promoções do Peixe Urbano que recebi há algum tempo foi "64% de desconto em Hambúrguer + Porção de Fritas OU Onion Rings no Broto Burger & Salads (de R$36,30 por R$13)." Como peregrino por aí, comprei para experimentar.

Fui com Mario, meu marido e companheiro de todas as sagas gastronômicas e consumidor exigente. Bem mais exigente do que eu. É que como já disse eu tenho pensamento de pança e pança costuma apreciar mais as coisas. Por isso, caso eu dê alguma dica equivocada por aqui, por favor me corrijam. Voltamos ao que interessa: o sanduba.

Para começar, ele é gigante. E não estou exagerando. Podíamos escolher entre cinco opções de hambúrgueres gourmet feitos com carnes nobres: fraldinha, picanha, salmão, cordeiro ou soja. Pedi o de fraldinha com queijo chedar e cebola. Mario pediu um que vinha com picles. A garçonete é uma pirilampa, mas o atendimento é legal e o rango veio rápido. A diversidade também é ponto a favor e dá vontade de experimentar vários. Ponto negativo: não tinha a porção de onion rings por algum vacilo do fornecedor que procurei não ter muitos detalhes.

Avaliação do Mario: um dos melhores hamburgões da cidade (ganha do Zoe)

Minha avaliação: muito, muito bom, mas não sei se é o melhor da cidade. Não experimentei os sucos, mas eles tinham uma cara boa pelo o que pude observar na mesa alheia.

Me perguntaram: Melhor que o The Fifities? Eu respondi que sim e fui imediatamente reprimida com a argumentação de que isso é impossível. Então, não ousaria dizer que é melhor, mas diria que é páreo e o preço, que também interessa muito, é bem mais camarada. Sem a promoção do Peixe Urbano, o sanduba sai em média por justos R$ 17. Os pão-duros ou pães-duros (?) de plantão devem estar achando muito, mas é justo, tanto pela carne quanto pelo tamanho.

O Broto´s Burguer fica na Avenida Wladimir Meirelles Ferreira, 1900 (é aquela galeria nova, que alguns preferem chamar de Mall da Fiusa) que abriu faz pouco tempo. Mas o lugar fecha às 22h. Almoçar lá também é uma boa ideia, pois tem pratos executivos (outro dia posto sobre isso aqui).

*

Esse foi o do Mario, ainda mais gigante


Esse foi o meu, com cheddar e fraldinha



Em tempo

Joyce Cury, leitora assídua deste blog e seguidora das minhas dicas tem ressalvas a fazer

- A primeira é que ela foi no Zoe, a hamburgueria, e disse que saiu de lá muito estressada por causa do atendimento. Demorou para ser atendida e a comida demorou para chegar. Eu disse no post  http://nossocortico.blogspot.com/2010/10/zoe-uma-nova-hamburgueria.html que o garçom era muito Zé.


- A segunda é que ela foi na Pizza Cook, do Santa Úrsula e que abriu recentemente http://nossocortico.blogspot.com/2010/11/vaievem-da-comilanca.html. Gostou da pizza, mas teve um problema de leve com o atendimento. Ela pediu para tirar o presunto da pizza e os caras esqueceram. Para quem não come carne de porco, isso pode ser a morte.

É ou não é o fim do mundo?

Há uma semana, aqui em Ribeirão Preto, um caminhão sem freio bateu em um carro e matou um bebê de seis meses, às oito horas da manhã, em uma movimentada avenida. A irmã do bebê, de quatro anos, também foi parar no hospital. Durante o acidente, enquanto todos eram socorridos, furtaram a bolsa da mãe de dentro do carro.

Com a bolsa foram levados, além de documentos pessoais, a Certidão de Nascimento do bebê, o que impede a emissão do Atestado de Óbito da criança. A polícia afirmou que durante a aglomeração que se formou no local do acidente, alguém aproveitou para levar os objetos que estavam dentro do veículo.


Segundo a delegada do 4º DP Sílvia Elisa Ruivo Valério Mendosa, em casos como esse é difícil encontrar os objetos. “É um furto de autoria desconhecida. Quem estiver com essa bolsa é que deve colocar a mão na consciência e devolver ao menos os documentos”, disse a delegada.

Como se não bastasse a dor dessa mãe em perder o filho, ela não pode nem amargar o luto, pois precisa correr com toda a burocracia para conseguir o atestado de óbito do bebê. É ou não é o fim do mundo?

Ronaldo não sabe da cerveja em promoção

- R$ 144 senhora

- Moça, mas o preço da cerveja está errado. Ela esté em promoção.

- Será que não é a cerveja de garrafa verde que está na promoção?

- Que?

- A não, a de garrafa verde é a Stella Artois e essa é Estrella Garcia.  Desculpa, senhora, me enganei.

- ...

- Ronaldo, vai checar se essa cerveja está na promoção porque a moça disse que está

- Tem dois preços diferentes. Numa prateleira está R$ 3,29 e na que fica junto com as carnes está R$ 2,29 tá Ronaldo?

1 minuto depois, volta Ronaldo

- É R$ 3,29 mesmo senhora. Não tá na promoção não

- Mas você checou na prateleira das carnes, Ronaldo?

- É esse o preço, senhora.

- Posso confirmar a conta, senhora?

- Pode.

Passei o cartão de débito. Encostei o carrinho e fui na prateleira da cerveja que fica com as carnes. A etiqueta vermelha "R$ 2,29" brilhou. Roubei a etiqueta. Passei pelo Ronaldo e só entreguei a etiqueta para ele.

- Rosineide, faça o estorno para a moça.

- Obrigada, Ronaldo.

Feijoada do Stream: boa, boa, boa!

Aqui em Ribeirão Preto, já comi feijoada no Paddock, quando eles serviam aos sábados, e na Recra. Sei que também tem no Engenho da Cerveja, mas lá nunca comi e não faço ideia de como seja o esquema. Neste final de semana, resolvi experimentar a feijoada do Stream. Acompanhada dos pais e do marido, nos atiramos no mundo do feijão preto e a experiência foi das melhores.

Para não ser pega de surpresa na hora de pagar a conta, decidi ligar antes para saber o preço por cabeça: R$ 35. Esse valor lhe dá o direito as entradas, mesa de saladas, feijoada e sobremesa. Entenda-se por entrada a "mesa da baiana", onde é servido caldinho de feijão, acarajé e torresmo antes mesmo de entrar no salão do restaurante. A salada também é bem sortida, mas considero um desperdício preencher parte da sua fome com saladas antes de mandar ver numa pratada de feijoada.

Os ingredientes da feijoada ficam todos separados e tem tudo o que você possa imaginar: da tradicional calabresa, carne seca e paio, para os mais simplistas, ao rabo, orelha, pé e língua para os mais abusados. Tem também lombo e costela, banana milanesa e frita, abacaxi, laranja. Enfim, tudo o que uma feijoada de verdade tem para oferecer. De sobremesa: sorvete com cobertura de amora, merengue, pudim, brigadeirão e mais uns docinhos caseiros. Dos quatro integrantes da minha mesa, todos aprovaram a feijoada. Isso sem contar o ambiente, que também é bem agradável. Entre a feijoada da Recra e a do Stream, fico com a segunda opção.

Mamão de sobremesa!

No livro Vida de Escritor, do Gay Talese, tem um capítulo interessante dedicado aos restaurantes. Talese conta que gosta muito de comer fora e da sua mesa presta muita atenção na conversa da mesa alheia. Depois de ler isso, reparei que sou assim. Sempre. Sozinha ou acompanhada. No buteco, na padaria ou no restaurante. Sim, eu presto atenção na conversa e no movimento dos outros enquanto almoço ou janto ou belisco qualquer coisa. O mais interessante disso é que muitas vezes você apenas supõe o que pode estar acontecendo e diálogos são criados na sua mente.

E, a última conversa que me chamou a atenção, foi no último domingo, na Picanha Fatiada. Enquanto meu rodízio ainda acontecia reparei que a mulher sentada duas mesas distantes da minha decidiu pedir uma sobremesa. O marido (acho que é marido) pediu um café. A filha (acho que é filha deles) pediu um petit gateau e a mulher pediu um mamão. Um mamão. Como ela estava longe de mim eu tinha quase certeza que era um mamão, mas por acreditar que ninguém pede um mamão de sobremesa num restaurante, deixei pra lá.

O suposto marido fez um sinal com a mão, como se tivesse jogando mel em cima de alguma coisa, de forma imaginária. Interpretei que ele sugeria algo para colocar em cima do mamão. Mas, de longe, ouvi ele dizendo para o garçom que podia trazer a tal coisa porque "ficava muito melhor." Criei, então, a cena na minha cabeça: ela pediu um creme de mamão papaya e ele aconselhou que bom mesmo seria com cassis.

Eis que chega o mamão. Sim, era um mamão. Desses que a gente come no café da manhã, mas nunca como sobremesa num restaurante. E na sequência o garçom trouxe limão. Era mamão com limão. Ela comeu e balançou a cabeça como que concordando com ele sobre a sugestão. Então, ele disse: "Não falei?"

Caí no mundo virtual

Quando o Orkut surgiu eu fui uma das últimas entre as minhas amigas a participar e quando recebi o convite para entrar não fazia a mínima ideia do que se tratava. Me inscrevi e pirei. Não queria sair do Orkut, me inscrevi em várias comunidades e inclui na minha lista de amigos até aqueles que quando a gente tromba fora do mundo virtual finge que não conhece ou dá um oizinho escondido. De uns tempos pra cá, eu abandonei total o Orkut e já nem respondia mais os recados.

Quando o Twitter apareceu e a febre começou, eu me recusei a participar. No começo, eu também não sabia do que se tratava. "Como assim as pessoas te seguem no mundo virtual?", eu perguntava aos mais íntimos. Hoje eu já sei como funciona, mas como acho que ele vai ocupar muito o meu tempo porque eu sou sem noção, continuo firme na resistência. Por esse motivo também não tenho videogame.

Sem Twitter, decidi criar um blog - esse mesmo - e no começo eu escrevia pouco, mas agora eu me preocupo mais com ele. Quando o Nosso Cortiço nasceu, eu não sabia nem como escolher um layout e precisei da ajuda dos universitários. Hoje o blog está aí e sou só um pouco sem noção com ele. Na verdade, tudo piorou bem desde que o tal do Blogger decidiu nos proporcionar a tal das "estatísticas." É difícil driblar a curiosidade e fingir que não quer saber de onde vem e quando são os seus acessos.

Até o mês retrasado, também não tinha Skype. Resolvi criar uma conta porque o meu pai disse que era mais fácil e barato para conversarmos. Mas esse não pegou muito, não. Quase não uso. Mas está lá, instalado no computador caso alguém precise falar comigo by Skype. Também criei uma conta do Google só para usar o serviço de mensagem instantânea dele. Sim, eu tenho MSN também, mas alguns amigos só usam o do Google. No total, tenho quatro contas de email, incluindo a do trabalho.

Em uma entrevista para um freela, descobri que sou quase uma analfabeta virtual. A entrevistada não parava de me falar em Linkedin e um tal de painel Livra, que funciona como uma rede virtual para pesquisa de mercado e opinião. Quando essa mulher citou o Linkedin me recordei na hora dos inúmeros convites desprezados e jogados na lixeira. Desliguei o telefone e fui me informar.

Após me informar, descobri que muitos dos meus amigos de profissão já estavam no Linkedin e me senti, mais uma vez, uma analfabeta virtual. Só por despeito, me inscrevi nessa rede de relacionamento profissional e também na tal da Livra, onde você responde pesquisas e concorre a prêmios, que vão de iPhones a laptops. Há 15 dias um outro convite chegou até mim: o Mundo de Opiniões. É o mesmo esquema da Livra. E lá estou eu, inscritíssima.

Na semana passada, me peguei aceitando um convite do Facebook. Há um bom tempo ouço falar "ah, essa foto vai para o Facebook", mas nunca tinha tido curiosidade de saber mais nada até que duas amigas ficaram me aloprando para entrar. Antes de aceitar, fiz um monte de perguntas sobre a diferença entre o Orkut e o Facebook. Para matar a curiosidade, só fazendo parte da rede social. Lá estou eu fissurada com as descobertas e lutando comigo mesma para passar menos tempo em frente ao computador. Acho que o Twitter eu ainda resisto por mais um bom tempo. Ou não.

Vocês conhecem o Bolado´s Sucos?

Para quem não conhece, o Bolado´s é uma rede de comidas saudáveis que existe há 25 anos. A primeira loja fica na Rua Pamplona, no Jardim Paulista, em São Paulo, mas já há cinco delas espalhadas por aí, sendo que a única fora da Capital é a que foi inaugurada em Ribeirão Preto há uns dois anos, no Centro.

Pelo menos para mim, que só fui conhecer o lugar porque um dia passei na frente e vi as várias opções de sucos, o lugar era totalmente desconhecido, mas virei uma frequentadora eventual do Bolado´s e descobri que a rede já foi eleito pela Veja mais de uma vez com o melhor suco. Mas resolvi falar da lanchonete hoje porque pela manhã decidi tomar meu café da manhã lá. Pedi um pão com queijo minas na chapa e um suco de uma fruta estranha do cerrado que confesso não lembrar o nome, mas foi indicação do dono e eu gostei. De quebra, ainda levei uma salada de fruta para viagem e tudo ficou em R$ 11. Para completar, paguei com VR. Também tem várias opções de lanchinhos light e saladas com preços muito camaradas.

O Bolado´s entrega, mas o sistema de delivery dele é bem caseiro: a pé ou de bicicleta. Portanto o disk só funciona para quem está no Centro ou nos arredores. Se estiver passando por lá, vale dar uma passada. Em uma cidade onde sucos naturais é raridade, pode ser uma boa exceção. Mas se você não gosta de comidas saudáveis, passe longe. A gordura trans não pertence a este lugar.

Segue o cardápio com telefone de entrega: http://www.boladossucos.com.br/cardapio_ribeirao1.html


Comida de hospital: experiência inusitada na Letônia

Essa notícia eu copiei do blog da Biba (http://comigonaviagem.blogspot.com/), editora do caderno de Turismo do Correio Popular, de Campinas

A informação é meio nojenta, mas vale como curiosidade gastronômica, que é a proposta deste blog. Em Riga, capital da Letônia, existe um restaurante temático baseado em um hospital.  Os clientes comem em quartos (como se fossem) de hospitais, ao lado de mesas cirúrgicas, cadeiras ginecológicas, com bisturis, seringas e tomam cerveja em recipientes coletores.


O objetivo do restaurante é proporcionar uma experiência inusitada para os turistas, que são recebidos por uma equipe vestida de branco como se fossem enfermeiros, médicos, farmacêuticos. O nome é Hospitalis.
 
Nesse vídeo tem uma demonstração de mais ou menos como as coisas funcionam depois de você ter passado pela porta principal do restaurante. http://www.youtube.com/watch?v=IezLZs14Oj8
 

Lounge do restaurante

O prato aí é para aparentar pedaços de corpo (dedos, coração etc) e se come com a seringa e o bisturi mesmo.

 
 
 
 


Bar do restaurante
Garçonete vestida de enfermeira (ela dá comidinha na boca dos esfomeados!)

Passaredo, tremei!

A Webjet começa a operar em dezembro no aeroporto Leite Lopes, de Ribeirão Preto, e os preços são para deixar a concorrência mais do que preocupada. Como meu destino de avião costuma ser quase que exclusivamente o Rio de Janeiro, foram os valores de ida e volta que primeiro pesquisei. As passagens, pasmem, variam de R$ 49 a R$ 69 por passageiro, se comprada antecipadamente, e tem dois voos por dia, um pela manhã e outro à noite.

Os preços da Passaredo, que também tem voo direto para o Rio, já eram tentadores. Fui para lá no feriado de 12 de outubro e paguei R$ 129 a ida e R$ 149 a volta. Como a data era concorrida, comprei uns dois meses antes e quem deixou para comprar em cima da hora pagou quase o triplo do valor. Em julho também fui para o Rio e entre a ida, a volta gastei R$ 229 com a taxa de embarque incluída.

Tanto pela Webjet quanto pela Passaredo, os voos são diretos. O voo pela Passaredo, num jato da Embraer, demora menos de uma hora. Me lembro que partiu do aeroporto às 6h40 e às 8h30 eu já fazia o checkin no hotel. Pela Webjet o avião disponível será um boeing.  Acho que a Webjet vai ganhar da Passaredo no valor e na forma de pagamento, pois a novata vai dividir em até seis vezes no cartão, enquanto a Passaredo só divide em três.

Gol e Tam, que também têm o Rio como destino, mas é preciso fazer escala em São Paulo, nem vou comentar o preço e muito menos o tempo gasto porque não há um ser normal neste mundo que prefira pagar o valor das passagens dessas companhias, que chegam a ser o triplo quase. Partindo de Ribeirão, Webjet também terá voos para Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Brasília e Curitiba.

Mas se você ainda é daqueles que se preocupam com o que será servido na rápida uma hora de voo pode começar a se preparar para a decepção. Goiabinha e água é o que lhe resta. Para mim, isso não interessa. Quero mais é chegar nos lugares rapidinho e por preço acessível, que é o que me resta. E se os valores oferecidos pela Webjet não for apenas fogo de palha, é bom a Passaredo começar a pensar em diminuir ainda mais o valor das suas passagens. Concorrência é tudo.

Brastemp Gourmet em Ribeirão Preto

A Brastemp, em parceria com a Casa Claudia, traz pela primeira vez para Ribeirão Preto uma edição da Brastemp Gourmet. Funciona assim: chefs de cozinha de toda a região servem de inspiração para arquitetos criarem ambientes gastronômicos. Cada arquiteto deve projetar seu ambiente tendo um chef e suas peculiaridades como referência. O evento acontece desde 2006 e já foi realizado em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Recife.

A mostra, que será realizada no RibeirãoShopping, começa no dia 4 de novembro, quinta-feira, e terá 27 chefs participantes. Além da visitação, também será possível inscrever-se em cursos rápidos de gastronomia, que vão de entradas a sobremesas, como tomate recheado com bacalhau a paella e brownies. Tem coisa para caramba. São cerca de três cursos por dia até 28 de novembro. Dá vontade de fazer todos. É tudo de graça. Quem tiver interesse, acesse o site http://www.bgourmet-ribeirao.com.br/ e devore.

Vaiêvem da comilança



  - Abriu o Pizza Cook do Santa Úrsula. Não é franquia e é a primeira unidade do estabelecimento. O sistema é de pizzas brotos. Melhor, a pizza é do tamanho do prato. A massa é bem fininha, mas não tem jeitão de pizza frita, podem ficar tranquilos. Fui lá ontem para conferir e aprovei. Não são muitos sabores, são mais os básicos: mussarela, marguerita, peperoni, portuguesa, calabresa e a da casa. O preço é camarada: vai de R$ 7,90 a R$ 14,90 a pizza. Fica pronto rapidinho e o dono está lá, presente, para garantir que tudo vá bem. Na minha opinião, vale a pena ir.

Essa é a de Marguerita (ok, a foto está péssima, mas dá para ter uma noção do tamanho)


- Agora tem Chopp Time também no edifício Spasse, na Maurílio Biagi. Tem chope Baden Baden e abre para o almoço e para o jantar. Dica: Tome um chope Black e, se gostar, mande ver no joelho de porco. Se exagerar no chope, a conta vai ficar cara, fato. Também não vou entrar no mérito das pessoas que frequentam o lugar. A comida é boa e o chope é bom e não tem música sertaneja.

- O Giraffas vai inaugurar uma nova unidade no Extra, na Presidente Vargas. Vai ser o quinto restaurante da rede em Ribeirão Preto. Eu gosto dos pratos executivos de lá. E agora eles também trabalham com carnes mais nobres. Os lanches nem vou comentar porque são insossos e muito, mas muito pequenos. Não dá nem para o cheiro. As saladas também são bacanas. O problema é que os caras regulam no tempero e se você pede mais eles são capazes de cobrar. No geral, o preço é bem razoável e quebra um galhão para quem não tem o privilégio de ir almoçar em casa, como eu.




  

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Jornalista. Ardida. Gosta de livros, música, Mafalda, São Jorge, sorvete, corrida e bicicleta. Canta sozinha na rua e conta helicópteros no céu.

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